Além disso, a preocupação dos clubes com a legalidade dos produtos ocorre porque alguns deles, de médio e pequeno porte tem a venda licenciada como uma de suas principais receitas. Os grandes também observam este tipo de mercado como de potencial.
"Nossa meta é que o processo de licenciamento venha a cobrir todos os nossos custos com as categorias de base. Quando o torcedor for comprar um produto, vai ajudar o clube a manter um talento que poderá surgir amanhã", explica Otília Pagani, coordenadora de licenciamento do Avaí.
"A área de licenciamento do Vasco é uma das que mais cresceram nos últimos anos. De 2008 a 2010, aumentou mais de 1.000%. No ano passado, arrecadamos R$ 6,5 milhões só em licenciamento", resume Flávia Mayrink, gerente de licenciamento do clube cruzmaltino, frisando que o faturamento poderia ser o dobro do citado se não houvesse pirataria.
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