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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Polícia Civil quebra sigilo telefônico de estudante desaparecida em Queimadas


Cerca de 20 pessoas foram ouvidas, mas todos foram liberadas porque não ficou constatada a participação dos interrogadas no caso.

O Serviço de Inteligência da Polícia Civil de Campina Grande está investigando as últimas ligações telefônicas originadas do aparelho celular da estudante Ana Alice de 16 anos, que desapareceu no dia 21 de setembro deste ano, ao retornar da escola, na zona rural da cidade de Queimadas no Agreste paraibano. A informação foi confirmada pelo delegado Eri Sandro, que preside o inquérito.
De acordo com o delegado, cerca de 20 pessoas, entre amigos e suspeitos, foram ouvidas, mas todas foram liberadas porque não ficou constatada a participação delas no caso.

Fizemos as oitivas com as pessoas, mas em seguida todas foram liberadas porque não tinha indícios da participação delas no seqüestro, frisou o delegado.
Segundo o delegado, durante abertura do inquérito, alguns casos pitorescos ocorreram. Um rezador disse que recebeu um aviso informando que a estudante estava em uma cabana em cima de uma serra.
Eri Sandro adiantou que está esperando o resultado da quebra de sigilo telefônico da jovem para iniciar as investigações com base em um laudo técnico. Estou esperando o resultado da perícia para fazer uma investigação com embasamento cientifico.
Conforme investigações da Polícia Civil, Ana Alice de 16 anos de idade, desapareceu quando caminhava para casa ao retornar da escola. Amigos e familiares disseram que a estudante ficou na parada onde costumeiramente desce e no caminho para casa foi, supostamente, sequestrada.
Hyldo Pereira

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